O grupo que tem percorrido Portugal de festival em festival embarca nesta ocasião numa aventura do outro lado do ‘poça’, em Punta Cana, para participar do Ron Barceló Desalia. Enérgico, ambicioso, próximo. O que responde do outro lado do telefone é José Chinês, voz e quota da alma de Publicidade, este grupo de música que toca em festivais de meia Portugal.
a Sua presença ainda surpreende em um festival dominado, normalmente, por estrelas da música eletrônica. Chinês. E que tipo de tipo é este? A Publicidade ainda lhe custa ser estabelecida. Para vir aqui têm passado por muitos cenários pequenos, em que o público mal era capaz de se relembrar de teu nome.
mas, com seu último disco, não apenas têm viajado por toda a Espanha. Vento de frente voou até salas de Berlim, Bruxelas ou Colônia. Uma experiência a mais. “Quando você faz uma turnê fora você se oferece conta de que te resta muito por estudar. Voltar um tanto ao início, deverá abrir caminho entre as pessoas e convencer o público de pessoa a pessoa”.
O reconhecimento de seus fãs, de imediato o têm, contudo, pra José Chinês, muito está ainda por obter. O publicidade chegou ao cume ou continua escalando a montanha? Desde o lançamento de Vento de frente passou um ano e meio, todavia a Publicidade continua a girar. O fará na Manhã Tour, a começar por sua querida Granada, até o Palacio de Deportes de Madrid, passando por 7 cidades mais (Sevilha, Barcelona, Málaga, Madrid, Palma, Cáceres e Leão). Entretanto, seguirão ocupando cartazes de festivais, como o Sansan de Gandia (Valência).
O descanso não está entre os seus planos. O cantor de Publicidade é consciente de que com Desalia embarcar em um projeto diferenciado. Mudaram os festivais low-cost da loja de campanha, o paraíso caribenho com pulseira de tudo incluído. O inspiram tal as praias caribenhas como as ruas de Granada? Em uma viagem tão longa, terão tempo de ler, ver talvez um video e ouvir muita música. E o iPod, o Chinês dúvida. Algo espanhol?
- 8 (2018-Atual) Pornovolar
- Harry Shapiro, Slowhand – The Story Of Eric Clapton (Proteus Books, 1984)
- É uma visão
- um História do surf
Em cada caso, a experiência caribenha será pra Publicidade quanto os milhares de jovens que, vestidos de branco, dançarem durante teu show. Chinês é clara: “Desalia será um território para desinhibirse, para recarregar baterias, divertir-se e pra que, ao retornar pra realidade tudo se realize com o Vento de frente”.
No mundo ocidental, o estatuto criminal da indústria de drogas foi instrumental para a criação de uma prática de pacto social pra aqueles que atingiam a idade adulta ao longo da época da contracultura. A classificação da maconha como um narcótico, e a imposição de muitas penas criminais por seu uso, levaram do exercício da maconha para a experimentação de algumas substâncias, de maneiras muito discretos e ocultos.
Muitos começaram a ter vidas clandestinas, a começar por suas decisões de consumir substâncias, visto que temiam a remuneração dos governos. Os confrontos entre os estudantes universitários (e outros ativistas) e os oficiais da lei transformaram-se em selos de este tempo. Muitos jovens começaram a desconfiar da polícia e termos como “fuzz” (fiapos) e “pig” (porco) usavam-se de modo depreciativo pra atribuir-se a eles, ocasionando-se palavras-chave para o vocabulário da contracultura.
